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terça-feira, 5 de abril de 2011

Valor pedido pelo Audi A7 no Brasil equivale ao de três carros nos EUA

Rodrigo Lara

Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo sairá por R$ 323.900 no Brasil
Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo
sairá por R$ 323.900 no Brasil

O site Autoblog.com fez uma simulação na página norte-americana da Audi, montando algumas versões do cupê de quatro portas A7, previsto para chegar ao Brasil e às terras ianques já no próximo mês. Nos Estados Unidos o carro terá três versões: Premium, Premium Plus e Prestige, cotadas a US$ 60.125, US$ 63.685 e US$ 66.455, respectivamente (os valores incluem o frete).

Todas elas são equipadas com um motor 3.0 TFSI V6 de 310 cavalos, câmbio automático de oito marchas e tração quattro. Ainda considerando a terra do Tio Sam, o A7 está posicionado exatamente entre o A6 (US$ 45.200) e o A8 (US$ 78.050).

A diferença da Premium Plus em relação à Premium é o sistema multimídia Audi Connect; o MMI Navigation Plus, que cuida da navegação; e o MMI Touch, que torna a interface do sistema sensível ao toque. A Prestige, por sua vez, inclui os itens da Premium Plus e agrega ar-condicionado de quatro zonas, iluminação constante por LEDs, assentos dianteiros com ventilação e sistema de som Bose.

Achou uma pechincha? Pois saiba que o A7 ainda pode receber opcionais, como a sonorização Bang&Olufsen (US$ 5.900), rodas aro 20 polegadas (US$ 1.500), o chamado "Innovation Package", com piloto automático adaptativo, visão noturna e alerta de ponto cego (US$ 5.800) entre outros.

COMO VAI SER AQUI?
No Brasil, porém, o modelo chega em versão única e cheia de mimos, com praticamente todos os opcionais. Uma configuração semelhante, nos EUA, levaria o A7 às redondezas dos US$ 80 mil. Considerando o câmbio de R$ 1,61 para cada dólar, teríamos o valor de R$ 128.800. Obviamente, sem levar em consideração os impostos e a margem de lucro da revenda no Brasil, similar a de qualquer outra marca que atua em nosso país. Com essas variáveis na conta, chega-se aos R$ 323.900 pedidos pela Audi pelo carro que começa a vender aqui.

No caminho inverso, isso equivale a US$ 201.180 -- suficientes para comprar três A7 Premium (com direito a US$ 20.442 de troco), ou três A7 Premium Plus (com troco de US$ 9.552), ou três A7 Prestige (e sobra de US$ 1.329). Caso não queira montar uma frota executiva, com esses US$ 200 mil você pode comprar carros do calibre de Ferrari California (US$ 192 mil), Audi R8 V10 (US$ 171.800), Bentley Continental GTC (US$ 201.500), Lamborghini Gallardo LP560-4 (US$ 202 mil), entre outros.

O raciocínio, claro, não é exclusivo para o modelo da Audi -- UOL Carros já mostrou em outras oportunidades como a conta do brasileiro é sempre mais salgada que a de consumidores de outras partes do mundo. Para ficar apenas em exemplos recentes, revelamos em fevereiro que o valor pago pelo norte-americano no novo Volkswagen Jetta é menor que o desembolsado para se comprar um Gol aqui no Brasil, assim como mostramos em novembro como nosso Chevrolet Camaro paga três similares nos EUA, numa estratégia que também é usada com modelos populares, como o Renault Sandero.

Voltando ao caso do A7, vale observar que nos EUA, assim como no Brasil, trata-se de um carro importado. O modelo é fabricado na Alemanha, onde parte de 48.900 euros.

Audi RS3 Sportback

Carsale | Marcelo Goto/Foto: Divulgação

Fotos

No início dos anos 2000, o Audi A3 1.8 T era o sonho de consumo de muitos brasileiros – inclusive o meu. Na época, ele era o carro mais caro fabricado no País – custava pouco menos de R$ 65 mil – e, até a chegada do Honda Civic Si, no início de 2007, reinou como o modelo nacional mais potente, mesmo seis meses após ter sua produção encerrada na fábrica da Volkswagen de São José dos Pinhais, no Paraná. E é essa aura de desejo que a Audi quer resgatar com o novo RS3, que desembarca por aqui em setembro deste ano, por cerca de R$ 290 mil. Na Alemanha, o carro chega às lojas da Audi já em abril.

Obviamente, o RS3 é muito mais caro e tem quase o dobro da potência do saudoso A3 turbinado, mas a presença dele nas ruas daqui está mais associada à imagem de esportividade que a Audi quer devolver à mente dos consumidores brasileiros do que com expectativa de vendas. Prova disso é que apenas 20 unidades do RS3 serão enviadas para cá neste ano – e mais 40 no ano que vem. “O RS3 será o ícone de esportividade da Audi no Brasil”, garante Paulo Kakinoff, presidente da Audi Brasil.

Segundo o executivo, antes de embarcar rumo ao País, todos os exemplares serão submetidos a um processo de tropicalização na Alemanha, que inclui modificações no motor de cinco cilindros, 2.5 litros, turbo, de 340 cv e 45,9 kgfm de torque – para evitar a corrosão provocada pelo etanol misturado à gasolina brasileira –, no sistema de arrefecimento e o aumento do curso da suspensão, para suportar a buraqueira das ruas brasileiras.

O RS3 é o caçula da gama esportiva RS, que inclui ainda os possantes RS6 (sedã) e RS5 (cupê), também disponíveis por aqui. Ele faz parte do cardápio de lançamentos que a Audi anunciou para o mercado nacional neste ano e que inclui ainda o pequeno A1 (abril), o A7 Sportback (maio), o A8 L (junho) e o A6 (setembro). E o ritmo acelerado de novidades, segundo ainda Kakinoff, segue o mesmo dos anos anteriores. Ou seja, um produto novo da marca a cada 45 dias.

Levando-se em conta o porte e a potência, o irmão mais nervoso do A3 Sportback tem dois concorrentes diretos em terras brasileiras, e um deles também é da Audi: o TTS Coupe. Vendido por pouco mais de R$ 281,5 mil, o esportivo 2+2 vem com bloco 2.0 turbo FSI, de 272 cv, câmbio S-tronic de seis marchas, e tração integral quattro. O outro é o Subaru Impreza WRX STi Hatch, que é equipado com motor de quatro cilindros boxer, 2.5 litros, turbo, de 310 cv, câmbio manual de seis marchas e tração integral AWD. Preço do nipônico: R$ 220 mil. Na Europa, a lista de rivais inclui ainda o primo VW Golf R, o Ford Focus RS e o novo BMW M1 Coupe.

O Carsale teve a oportunidade de estar a bordo do RS3 – ao volante e no banco do passageiro – dias atrás, em um test-drive realizado no Principado de Mônaco e em Nice, no Sul da França. O carro, claro, é voltado para quem busca esportividade em seu aspecto mais bruto, mas engana-se que seu comportamento seja assim o tempo inteiro. O RS3 segue a filosofia “alltag auto”, ou carro para uso diário, em alemão. Continue lendo o texto que eu explico.

Visualmente, o RS3 segue a mesma receita impactante do RS5. E não poderia ser diferente. Afinal, que graça teria em esconder 340 cv debaixo do capô e não exibir um algo a mais na aparência? E esse diferencial está na parte frontal do carro, que traz pára-choque com tomadas de ar enormes e molduras metálicas – ou pintadas de preto, dependendo da cor da carroceria – contornando as bordas da grade dianteira. Uma tela tipo favo de abelha protege as entradas de ar ao mesmo tempo em que acentua a pegada agressiva do modelo. O conjunto óptico vem com faróis de xenon e fileiras de leds para iluminação diurna. Emblemas fixados na grade e na tampa do porta-malas revelam a identidade do topo de linha da gama A3.

Já as laterais e a traseira são praticamente idênticas às do S3, com exceção das rodas de alumínio, que no RS3 medem 19 polegadas e exibem cinco raios de acabamento acetinado. O desenho lembra hélices de avião, deixando as pinças e os grandes discos de freio perfurados à vista. De acordo com a Audi, as rodas opcionais, pintadas de preto com detalhes em vermelho – ou cinza com aro branco –, serão oferecidas como item de série no Brasil. Os únicos opcionais por aqui serão o teto solar e os bancos esportivos tipo concha, cujos preços não foram revelados. O pacote de itens aerodinâmicos inclui ainda um spoiler instalado sobre o vidro traseiro. A saída de escapamento é dupla e fica à esquerda do pára-choque. Mas, cá entre nós, bem que os engenheiros da Audi poderiam posicioná-las nas extremidades da peça. Estaria mais de acordo com a proposta do carro.

O interior do RS3 também é idêntico ao do S3. Aliás, o volante multifuncional, de três raios e achatado na parte inferior, é o igual em ambos os modelos. O mesmo se aplica à instrumentação, embora o velocímetro do RS exiba graduações com intervalos de 30 km/h, a partir dos 100 km/h, e velocidade final de 310 km/h – no irmão mais manso, a marcação é feita de 20 em 20 km/h, com máxima de 300 km/h. Há ainda revestimentos em tons escuros, forração de couro nos bancos e portas, insertos metálicos espalhados pela cabine e iluminação avermelhada no painel.

Mas o perfil extremamente esportivo do RS3 não impede que ele traga mimos para encarar o dia-a-dia com conforto. O pacote padrão de equipamentos oferece ar-condicionado digital, com duas zonas de climatização independentes, sensores de obstáculo traseiro, de chuva e de luminosidade para acendimento dos faróis, assentos com aquecimento e apoios laterais, além de sistema de áudio Bose, com dez alto-falantes. Entre os itens de segurança constam seis airbags, sendo os dianteiros de dois estágios, cintos de segurança com dispositivo limitador de força e encostos de cabeça dianteiros ativos.

Ficha Técnica

RS3 Sportback
MotorDianteiro, transversal, cinco cilindros em linha, 2.5 litros, 20 válvulas, comando duplo (DOHC), injeção direta, turbocompressor, gasolina
Cilindrada (Cm³)2.480
Potência (Cv)340 (entre 5.400 e 6.500 rpm)
Torque (Kgfm)45,9 (entre 1.600 e 5.300 rpm)
CâmbioAutomatizado de 7 marchas e dupla embreagem S Tronic
Comprimento (m)4,30
Largura (m)1,79
Altura (m)1,40
Entre-Eixo (m)2,57
Peso (m)1.575
Porta-Mala (l)302 (1.032, com os bancos rebatidos)
SuspensãoIndependente, tipo McPherson, com braços triangulares inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora, na dianteira, e independente, tipo Fourlink, com braços duplos sobrepostos em alumínio, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora na traseira
FreiosDiscos ventilados de aço na frente e atrás, com ABS, EBD e ESP
Tanque (l)60
Preço (R$)290 mil
Taxa de Compressão10:1
Consumo (dados de fábrica - km/l)10,9 (combinado)
Velocidade Final (km/h)250 (limitado eletronicamente)
Aceleração 0 a 100 Km/h (s)4,6

sábado, 1 de janeiro de 2011

Audi A1: testamos na pista o rival do Mini

Menor modelo da marca alemã chega ao Brasil e mostra que vai dar trabalho aos concorrentes


Hairton Ponciano Voz // Fotos: Fabio Aro

 Fabio Aro
Audi A1: preço - R$ 89.900, garantia - 2 anos

No Salão do Anhembi, apesar de seus modestos 3,95 metros, ele conseguiu se destacar em um estande que tinha estrelas tão brilhantes como R8 Spyder, A8 e RS5. Mesmo com a vizinhança de peso, chegar perto do menor automóvel da Audi durante os dias de exposição não foi uma tarefa das mais fáceis. Por isso, enquanto o A1 vermelho brilhava no Salão, fomos para a pista de testes com o pequeno hatch preto aí do lado, para ver se o menor Audi merece as argolas na grade frontal.

Com o A1, a Audi pretende invadir o território do Mini, mas com uma proposta, digamos, “filosófica” diferente: enquanto o modelo inglês tem estilo retro e retoma as linhas do Mini original, o alemão investiu no visual contemporâneo, mesmo caminho trilhado pelo Citroën DS3. Além disso, a Audi optou pela agressividade comercial: por R$ 89.900 (praticamente o mesmo preço de partida do Mini), o A1 oferece motor turbo, câmbio automatizado de sete marchas e faróis de xenônio, itens indisponíveis no Mini mais barato, que tem motor 1.6 aspirado, transmissão manual de cinco marchas e faróis convencionais.

A marca mais característica do Audi A1 é o arco que começa na coluna dianteira e vai até a traseira, e que pode ter cor diferente da carroceria, para criar uma espécie de personalização.

 Fabio Aro
O visual nervoso e a ampla grade são os mesmos dos irmãos maiores.

O visual é típico de Audi. Os faróis têm o conhecido contorno de leds dos demais carros da montadora. Além disso, apesar do tamanho, o A1 tem aspecto tão enfezado como seus irmãos maiores. O visual mal-encarado aparece mesmo quando o carro é visto de traseira, porque as lanternas reproduzem o estilo nervoso da dianteira. De lado, a presença de portas apenas na dianteira também reforça o visual esportivo.

Assumo o volante e percebo que quase todos os equipamentos que costumo encontrar nos carros de Ingolstadt estão lá. O ar-condicionado não é digital, a regulagem de banco é manual, a carroceria e a suspensão não empregam alumínio (material de uso comum na marca), mas não se esqueça de que estamos falando de um Audi na faixa de R$ 90 mil.

O painel tem revestimento macio, exatamente como nos modelos mais caros. Os comandos de som estão no volante, e a posição de dirigir é tão boa como nos demais veículos da empresa. No centro do painel, um display mostra os comandos de som, ajustes do veículo, etc. Saio com o carro e no primeiro semáforo ele morre! Audi morre? Esse, sim. Como opcional, o A1 pode vir com o sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro para, e religa assim que a gente solta o pedal de freio. É tudo automático e instantâneo, e o objetivo é obter economia com conforto.

 Fabio Aro
O quadro de instrumentos tem dois grandes mostradores, que facilitam a visualização;
as marchas podem ser mudadas no volante

Deixo para trás a cidade, pego a estrada e descubro que o motor 1.4 TFSI gosta de andar tanto quanto eu. O pequeno modelo de 1.125 kg ganha velocidade com facilidade, mesmo com o ar-condicionado ligado e a companhia do Luís Carlos Bouças. Instrutor-técnico da Audi, Bouças desempenhou função dupla durante nosso dia de testes com o A1. Uma foi me auxiliar com as informações sobre o carro: o cara conhece pelo nome cada parafuso do A1 (e de todos os outros veí-culos da marca, diga-se). A outra foi servir como lastro. Ele permitiu que eu descobrisse como o modelo se comporta na estrada com um passageiro de bem mais de 100 kg, ou de um passageiro que quase “vale por dois”, segundo sua própria definição.

Sem problema. Embora compacto, o motor 1.4 turbo de injeção direta gera 122 cavalos e tem torque de 20,4 kgfm a partir de 1.500 rpm. Isso significa que o motor responde bem aos comandos do condutor. Desenvolvido em conjunto pela Audi e VW, esse motor tem injeção direta, comando duplo, 16 válvulas e intercooler. Fazendo dobradinha com ele, há um eficiente câmbio de sete marchas e dupla embreagem. Graças à embreagem dupla, as trocas são feitas em tempos muito reduzidos. E, por causa do grande número de marchas, quase não há interrupção de potência entre as mudanças. Com isso, a condução fica muito suave. As marchas podem também ser trocadas por meio de borboletas no volante.

 Fabio Aro

Por todas essas características, o A1 consegue ser econômico, mesmo sem abrir mão de desempenho. Como pode ser visto no quadro de testes, o modelo obteve média de 10,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Na pista, cravou 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Graças à embreagem dupla e às sete marchas, os tempos de retomada foram muito bons. Dê uma olhada na página de testes e depois volte para cá. Eu aguardo.

Enquanto isso, aproveito para medir o nível de ruído em marcha lenta. Marcha lenta? Não no A1. Não disse que, quando ele para, o motor desliga? Por isso, o decibelímetro estacionou em baixíssimos 35,3 decibéis com o carro parado. Para se ter uma ideia, o ultraluxuoso sedã A8 (o maior irmão do A1) apresentou 41,8 dB na mesma condição.

Além do conjunto mecânico eficiente, o baixo peso também colabora para o bom comportamento dinâmico do carro. Pesando 1.125 kg, o A1 é leve como um veículo 1.0, porém com o dobro de potência. As frenagens também foram dignas de Audi. Com discos nas quatro rodas e ABS, a 80 km/h o modelo precisou de 25 metros até parar completamente. Os freios, a propósito, têm uma função adicional: parte da energia que seria dissipada na frenagem é armazenada na bateria.

 Fabio Aro
O porta-malas é razoável. Atrás, há lugar para duas pessoas, desde que não muito altas

Mesmo sem suspensão independente na traseira, o A1 apresentou bom comportamento nas curvas, e a direção eletro-hidráulica mostrou precisão: boas respostas e firmeza ideal.

O pequeno Audi aproveita a plataforma do novo Polo europeu (PQ25), incluindo a suspensão. Isso explica a boa dirigibilidade. A unidade testada, porém, estava bem esportiva, com tudo o que isso significa de bom e de ruim: “nosso” carro estava muito atraente (e muito estável) em suas rodas aro 17. Porém, ao custo de uma rodagem excessivamente firme. Sobre asfalto de boa qualidade, não há problema, mas em pavimentação ruim o carro tende a chacoalhar um pouco. Provavelmente por conta disso, ao montar o chamado “pacote Brasil” a Audi optou por trazer o modelo com rodas aro 16 e pneus 215/45.

Cabe a família? Aí depende. O A1 é um automóvel de quatro lugares e duas portas. Só isso já é um limitador. Com 1,65 metro de estatura, até que eu consegui me acomodar no banco traseiro, mas acima disso a coisa começa a apertar, literalmente. É, portanto, carro para solteiros ou para casais jovens, no máximo com filhos pequenos. Ou o terceiro veículo da família, o carro da “curtição”. Até porque o porta-malas também tem restrições: acomoda 270 litros, segundo a Audi.

A comercialização do A1 começou em regime de pré-venda durante o Salão do Anhembi. As entregas, no entanto, devem ocorrer a partir de fevereiro.

 Fabio Aro
Para receber a tecnologia start-stop,
o motor 1.4 TFSI passou por diversas modificações

Liga-delisga

A tecnologia start-stop requer diversas alterações mecânicas e elétricas. Para suportar seguidas partidas (num trânsito congestionado, por exemplo), a bateria precisa ser reforçada. Além disso, o volante do motor também precisa ser substituído, assim como as bronzinas, que devem ser maiores, porque o óleo tende a descer quando o motor para de funcionar, mas logo em seguida ele volta a ser religado. Por isso, a lubrificação passa a ser um ponto crítico. O motor também recebe um sensor para identificar qual cilindro está mais próximo do ponto de ignição, para que ele volte a funcionar mais rapidamente do que ocorreria em um sistema convencional. Assim, ele deve dar apenas meia volta e já retornar ao trabalho. Caso a temperatura interna do veículo comece a se elevar por conta do desligamento do motor, o sistema aciona o propulsor, para que o ar-condicionado volte a funcionar.

Moral da História

O A1 entra na briga dos pequenos com todas as condições de êxito. Pelo preço do Mini mais barato, oferece pacote de equipamentos bem competitivo, caso dos faróis de xenônio e do câmbio de sete marchas e dupla embreagem. O visual moderno e o bom acabamento podem atrair clientes do próprio Mini, ou ainda conquistar pessoas que estejam à procura de outros veículos desse segmento, como o New Beetle (que muda em breve) e o Fiat 500, que ainda está com vendas abaixo do esperado pela empresa italiana. Ele chega para dar vida nova à Audi no Brasil.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Audi revela o preço do esportivo RS3

Car Magazine - escrito por Fernando Garcia

A Audi revelou o preço do RS3 para a Europa. Custando 52.100 euros - cerca de R$ 115.600,00, o esportivo em equipado com motor 2.5 litros TDI de 5 cilindros turbo, de 340 cv. Na aceleração, o hatch faz de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Para o mercado europeu, o Audi RS3 será vendido a partir de abril de 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

Fabricante revela detalhes técnicos do SUV híbrido antes da hora

por Hector Mañón, do AutoCosmos/México - exclusivo para MotorDream

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

O primeiro híbrido que será vendido nas concessionárias da Audi foi revelado uma semana antes da data prevista - o Salão de Los Angeles, na Califórnia. O motor utilizado é uma combinação de 2.0 litros de quatro cilindros de injeção direta turbo (TFSI), que produz 208 cv, com um de propulsão elétrica de 44 cv, alimentado por uma bateria de íons de lítio localizado no piso do bagageiro. A tração tem sistema Quattro, integral nas quatro rodas, como em outras versões do Q5.

Por si só, o motor elétrico é capaz de levar o Q5 Hybrid até uma velocidade de 100 km/h, mas apenas em trechos de menos de até três quilômetros, já que o alcance das baterias é curto. Inclui também uma modalidade do esporte em que o poder de ambos combinados para chegar a 241 cv. O zero a 100 km/h pode ser feito em 7,1 segundos e a velocidade máxima para a versão híbrida será de 222 km/h.

As mudanças interiores incluem um painel de instrumentos redesenhado, que agora mostra a carga da bateria e se o motorista está utilizando o motor a gasolina ou elétrico em tempo real. Os dados de consumo de combustível e as emissões de gases com efeito de estufa terão de esperar até seu lançamento oficial, no evento californiano.

Audi lança quarta geração do A6

Sedã se inspira em A7 Sportback e A8 para se diferenciar no segmento

do Infomotori/Itália - exclusivo para MotorDream


Audi lança quarta geração do A6

O novo Audi A6 tem uma série de soluções inovadoras em todas as áreas técnicas: carroceria leve, suspensão esportiva e uma vasta gama de novos sistemas multimídia. Ampla também é a oferta de motores e transmissões. Disponível na Europa a partir de março de 2011, o novo A6 partirá de 45.250 euros – com o motor 2.8 FSI de 204 cv e tração dianteira.

A carroceria do novo Audi A6 é majoritariamente composta por alumínio e aço de alta tecnologia, tornando-o extremamente leve, rígido e seguro. O desenho do novo sedã da marca alemã é esportivo e elegante, mas sem muita originalidade. Com 4,92 metros de comprimento, 1,87 m de largura e apenas 1,46 m de altura, o A6 está menor e mais esportivo em relação a versão atual.

A Audi propõe para o novo A6 motorizações mais potentes, eficientes e de grande regularidade de funcionamento. São dois motores a gasolina e três a diesel, todos com injeção direta e potência que varia entre 170 cv e 300 cv. A variante 3.0 TFSI é sobrealimentada por um compressor, enquanto os motores 2.0 TFSI e TDI são dotados de turbocompressores.

Entre os modelos a gasolina, o naturalmente aspirado 2.8 FSI tem potência de 204 cv e 28,5 kgfm de torque, enquanto o 3.0 TFSI V6 disponibiliza 300 cv e toque máximo de 44,9 kgfm. Já entre os motores a diesel, o bloco de 2.0 litros tem 177 cv e 38,8 kgfm, enquanto as motoreizações 3.0 normal e de alto desempenho oferecem 204 cv e 40,8 kgfm e 245 cv e 51 kgfm, respectivamente.

Todos as versões estão equipadas com um sistema de recuperação de energia por frenagem e sistema Stop & Start, independentemente do tipo de caixa de velocidades montada. A Audi fala em um consumo de combustível de 19%, apesar do acréscimo de potência. A versão equipada com o motor 2.0 TDI promete consumo na casa dos 20,4 km/l e emissões de CO2 em 129 g/km.

O excelente acabamento interno é a prova da precisão com que a Audi constrói seus carros. Além disso, o conforto fica por conta dos bancos, que são aquecidos e oferecem a função "massagem", além do ar-condicionado automático de alta eficiência. A boa iluminação acrescenta um toque de elegância ao cockpit.

Como opcional há um sistema de comando "touch MMI", que permite que o motorista gerencie várias funções do sistema de navegação. O carro se conecta por Bluetooth com aparelhos móveis, o que permite acessar a internet. As imagens são exibidas no monitor e o motorista pode traçar um itinerário de navegação.

Em termos de segurança, o novo sistema "Audi Pre Sense" identifica a presença de pedestres e para sozinho para evitar acidentes. Já o "Audi Active Lane Assist" alerta o motorista caso ele mude de faixa sem a intenção.










Audi confirma produção do R8 e-tron

Superesportivo elétrico chega em 2012 com seu poderoso motor de 313 cv

MotorDream - fotos Autocosmos/Chile


Quando no final de 2009 o Audi R8 e-tron foi confirmado para entrar em produção, quase ninguém imagionaria que já em 2010 ele estaria circulando pelas ruas da Alemanha e participando de competições como as 24 Horas de Le Mans. Mas é verdade. O superesportivo totalmente elétrico que maravilhou o público em sua apresentação no Salão de Frankfurt de 2009 já está quase totalmente pronto e será lançado no mercado em 2012.

Alimentado por quatro motores elétricos (dois por eixo), o R8 e-tron atinge uma potência máxima de 313 cv e tem o incrível torque de 458,8 kgfm. Segundo a marca, o zero a 100 km/h é realizado em 4,8 segundos. Os motores são alimentados por uma bateria recarregável de íon de lítio, que é colocada na parte traseira do veículo, logo atrás dos passageiros. A Audi diz que, desta forma, se tem um centro de gravidade e distribuição de peso ideais. A distribuição da força é de 70% para o eixo traseiro e 30% para o dianteiro, sendo que o sistema é capaz de variar automaticamente a distribuição da força.

O R8 e-tron tem design muito semelhante ao modelo de que é derivado, tendo como diferencial apenas alguns elementos específicos de decoração. Como é o caso dos adesivos "e-tron" em amarelo fluorescente. Mesmo tom da faixa que envovle as rodas de 19 polegadas. Suas dimensões são de 4,43 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,25 m de altura. A distância entre eixos é 2,65 m e seu peso total é de 1.600 kg.









Audi já faz planos para 2011

Marca vai investir bilhões em novos modelos e na contratação de funcionários

MotorDream


Audi já faz planos para 2011

Com o fim do ano cada vez mais próximo, a Audi celebra seu melhor desempenho em toda sua história e já planeja os próximos anos. A fabricante vai investir 11,6 bilhões de euros em ativos fixos até 2015, o que representa o maior programa de investimento na história da empresa.

Cerca de 80% do investimento, mais de 8,5 bilhões, será destinado para o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, entre elas o aperfeiçoamento de elétricos e híbridos da marca. Um exemplo é o Audi R8 e-tron, o primeiro carro elétrico esportivo da Audi, que a empresa quer começar a vender no fim de 2012. Os 20% restantes devem ser aplicados majoritariamente nas fábricas de Ingolstadt e Neckarsulm.

Em 2011, a montadora ainda vai contratar mais 1.200 funcionários. Como bem resumiu Sigi Thomas, Membro do Conselho de Recursos Humanos da Audi: "A inovação exige pessoas". Em relaçãoa aos novos modelos previstos para debutar em 2011, a Audi destaca o novo A6 - foto acima - e o Q5 Hybrid, o primeiro "full hybrid" da marca.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Audi RS7 de 600 cv poderá ser lançado em 2011

Escrito por Fernando Garcia - Car Magazine Brasil




















Segundo rumores de uma publicação americana, a Audi estaria trabalhando eum uma versão esportiva em cima do modelo A7. O RS7 será equipado com motor V8 biturbo de 4,0 litros cuja potência chegaria até 600 cv.


Além disso, ele também contará com sistema all-wheel drive Quattro com um diferencial com sistema vetorização de torque (auxilia na desaceleração quando uma das rodas estiver sem atrito, evitando assim a derrapagem), e virá equipado com suspensão adaptável, entradas de ar maiores e novas opções de rodas de aro 19 e 20.


O Audi RS7 2012 tem estreia prevista para o próximo ano.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Vídeo: R8 Spyder atinge 710 cv

Empresa americana especializada em tuning extraiu ainda mais potência do motor V10


Audi R8 envenenado fica ainda mais forte

Que tal adicionar 185 cv de potência a um Audi R8 Spyder V10 que já vem com 525 cv de fábrica? Foi o que fez a empresa americana especializada em tuning STaSIS Engineering. Os engenheiros da preparadora conseguiram deixar o motor 5.2 V10 do Audi R8 muito mais agressivo. Em vez dos 525 cv de potência que nascem com ele, o modelo recebeu ajustes para alcançar 710 cv.

Com essas mudanças o torque do R8 ganhou 19,4 kgfm, permitindo que o modelo alcance 100 km/h em menos de 3s7, número do modelo original. A empresa o batizou com o nome de Audi R8 Spyder Challenge Extreme Edition, ressaltando a esportividade do modelo. Confira o vídeo, em inglês, que mostra o R8 “mexido” acelerando com força máxima.


Audi A1 recebe cinco estrelas do Euro NCAP

Compacto recebeu nota máxima em segurança para adultos, crianças e pedestres

Ícaro Bedani - fotos: divulgação

Audi A1 recebeu 5 estrelas na Euro NCAP

Lançado recentemente, o compacto Audi A1 – veículo de entrada da fabricante alemã – foi submetido ao rigoroso crash test do Euro NCAP, órgão europeu que testa e certifica a segurança de carros que são comercializados naquele continente. Como resultado, o A1 recebeu nota máxima (cinco estrelas) nos quesitos proteção para adultos em colisões frontais, traseiras e laterais, proteção para crianças e redução dos danos em pedestres em caso de atropelamento.

Segundo a Audi, o A1 teve sua porção dianteira desenhada para evitar danos contundentes para pedestres e ciclistas em caso de colisão e também para garantir a segurança de seus ocupantes. O veículo também conta com auxílios eletrônicos que ajudam a evitar acidentes como o ESP (controle de estabilidade) de última geração e o diferencial de escorregamento limitado, que ajudaram o carro a obter a nota máxima no teste.

Audi RS5 enfrenta o Nissan GT-R

Eles são conceitualmente diferentes, mas empolgam, e muito

Números não mentem? Que nada. Veja estes dados que trazem tanto brilho ao Audi RS5 e o Nissan GT-R: 444 contra 478 cv, uma faixa de preço parecida, transmissão com dupla embreagem, tração integral, quatro assentos, cabines de bom tamanho, 10 km/l de consumo médio, mais o desempenho de parar o cronômetro. Parece um empate. Só se pudéssemos confiar nestes números...


Primeira impressão: o Nissan é um coupé esportivo de fazer o corpo grudar no banco, o RS5 é um cavaleiro de armadura brilhante. Por dentro, também, eles celebram culturas contrastantes. O GT-R empolga os aficionados por PlayStation com um sombrio cockpit high-tech, e o Audi, bem, é um Audi.


Os roncos também são diferentes. No Nissan, motor, diferencial, embreagem e marchas tocam uma Jam Session. Sair em subidas íngremes ou em superfícies escorregadias é um exercício mecânico positivamente acompanhado por barulhos potencialmente dispendiosos.


O Audi completa estas tarefas de um jeito mais casual. Ele distribui a força entre os eixos e rodas com muita eficiência e sincroniza perfeitamente a ação da dupla embreagem. Mas não é tão excitante quanto o vigoroso Nissan. Ele não vai transmitir o torque de uma vez, as respostas do acelerador não são como um choque de 220V. É potente e suave, rápido e focado, mas prefere ser um velocista do que um patinador artístico. Quando você instala os equipamentos de medição e cronômetros, o Nissan se mostra, convincentemente e compreen-sivelmente. É verdade que velocidade raramente é o único fator para decidir a qualidade de um carro, mas é difícil argumentar: o Nissan faz de 0-100 em 3,5 segundos contra 4,6 do Audi; alcança 312 contra 281 km/h, ou 59,8 contra 43,8 kgfm de torque. Parece Copa do Mundo contra campeonato de várzea. E a sensação é esta, de fato.


O GT-R sai como se fosse lançado por uma catapulta, chicoteia as marchas pelo portão invisível com ímpeto, atinge o torque máximo a acessíveis 3.200 rpm, e ainda tem muito a dar a 200km/h, e sua relação nas marchas mais altas são agressivas como um pitbull furioso. Embora pese 1.740 quilos, ele é muito mais explosivo e altamente empatado com o ainda mais pesado RS5, que tem uma relação de marchas mais longas.

O GT-R tem três modos eletrônicos diferentes. Você pode beliscar os amortecedores (melhor no módulo Comfort), controle de estabilidade (melhor para o módulo Sport) e o diferencial ativo com controle de tração (melhor para Normal). A calibragem mais apimentada é rotulada de R – para haRd.


A resposta da Audi para os truques do chassi do Nissan é o Drive Select, que permite ao motorista personalizar o desempenho do motor, câmbio, suspensão, esterço do volante, diferencial traseiro e sistema de escapamento. O sistema é lógico, mas o fato de os quatro módulos diferenciados (Auto, Comfort, Dynamic, Individual) poderem ser combinados a esmo não rende sempre o equilíbrio dinâmico desejado.

O Nissan é mais progressivo, melhor equilibrado e ainda um pouco mais rápido. Ele pode ser extrema e facilmente controlado no acelerador e no volante até mesmo quando o controle de tração está desligado, ele seguramente solta as âncoras após uma tangência de curva, proporcionando um breve ataque de pânico, mas funciona igualmente bem no modo automático de economia de combustível e ao comando dos dedos. Fraquezas? Ele não é confortável de jeito nenhum. Os pneus muito largos não são só suscetíveis às irregularidades do piso (transmitindo-as para os ocupantes na cabine), mas também aquaplanam mais que o normal mesmo com o piso levemente molhado.

O RS5 parece mais pesado do que realmente é. As anotações incluem uma direção pesada, uma suspensão frágil, um V8 que depende de altas rotações, pedais duros, e partes eletrônicas e mecânicas brigando entre si sem envolvimento do motorista. Enquanto o motor biturbo V6 do Nissan limita os giros a 6.400 rpm, o 4.2 FSI do Audi pode subir até 8.250 rpm até que um chip o salve da auto-destruição. No modo Dynamic, este “fôlego” leva a um comportamento agitado, caracterizado por reduções de marcha feitas ridiculamente cedo.

Na verdade, o RS5 é um GT rápido e seguro para viciados em qualidade e para quem gosta de chamar atenção na rua, enquanto o GT-R é um carro que nunca falha na arte de divertir o motorista, é um perseguidor de Ferraris com apelo suavizado. E é muito rápido. Nestes números ao menos você pode confiar.


NISSAN GT-R
PREÇO: R$ 158.000,00 (na Europa)
MOTOR: 3.799 cc, 24V, biturbo, V6, 478 cv @ 6.400 rpm, 59,8 kgfm entre 3.200 e 5.200 rpm
TRANSMISSÃO: Seis marchas, dupla embreagem, automática, tração integral
DESEMPENHO: 0-100 em 3,5 s, 312 km/h, 9,7 km/l, 298 g/km
PESO: 1.740 kg

AUDI RS5
PREÇO: R$ 152.950,00 (na Europa)
MOTOR I 4.163 cc, 32V, V8, 444 cv @ 8.250 rpm, 43,8 kgfm entre 4.000 e 6.000 rpm
TRANSMISSÃO: Automática, sete marchas, dupla embreagem, tração quattro
DESEMPENHO: 0-100 km/h em 4,6 s, 281 km/h, 11,1 km/l, 252 g/km
PESO: 1.725 kg

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Novo Audi R18 é aposta da marca para Le Mans

Supercarro alemão passa a adotar cockpit fechado por questõs aerodinâmicas

MotorDrem - com Automotor/Portugal

Novo Audi R18 é aposta da marca para Le Mans

Em meio a grande expectativa, a Audi revelou o R18, seu supercarro que irá competir este ano nas 24 Horas de Le Mans. Sua maior novidade, em relação aos modelo anteriores, é a aposta por parte da fabricante de Ingolstadt em uma carroceria fechada, o que não acontece desde a fracassada experiência com o modelo R8C em 1999.

O objetivo da Audi é aproveitar os benefícios aerodinâmicos de um cockpit fechado. "No futuro, a eficiência aerodinâmica vai ser ainda mais importante em Le Mans do que no passado. Um carro fechado tem uma vantagem clara nesse quesito", afirmou Wolfgang Ulrich, diretor da Audi Motorsport.

O R18 monta um motor V6 TDI de 3.7 litros que trabalha em conjunto com uma transmissão de seis relações, adaptada para este motor. A sua estreia em pista está prevista para as 6 Horas de Spa-Francorchamps, em maio. De acordo com a Audi, os LEDs dos faróis formam um número “1”, uma referência ao logotipo histórico da marca. O novo carro tem pela frente a missão de brigar pelo décimo título da marca das quatro argolas na tradicional prova.









segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Audi confirma produção do Quattro Concept

Protótipo mostrado em Paris terá entre 300 e 500 unidades anuais

Auto Esporte


  Divulgação
Audi Quattro Concept

Uma das surpresas da Audi no Salão de Paris (França), no fim de setembro último, o protótipo Quattro Concept tem sua produção em série limitada confirmada pela marca alemã. Serão feitas entre 300 e 500 unidades por ano, que começarão a ser montadas a partir do ano que vem. Estima-se que o carro deverá custar a partir de 100 mil euros na Europa.

Mas há rumores de que o novo modelo viria para brigar com Nissan GT-R e companhia e, por isso, precisaria ter o volume de produção aumentado e uma redução de preço. Porém, essa alternativa envolveria um aumento de custo muito grande para a marca sediada em Ingolstadt (Alemanha). De qualquer forma, o mais importante é que o Quattro estará de volta e brilhará como o fez em meados do anos 80 com motor V8 de 450 cavalos do RS5.

  Divulgação


sábado, 4 de setembro de 2010

Audi confirma que lançará no Brasil o RS 5 durante o Salão de São Paulo

Modelo é equipado com motor V8 4.2 de 450 cavalos de potência.
Carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos, aponta a fabricante.

Do G1, em São Paulo

A Audi confirmou, nesta sexta-feira (3), que lançará o Audi RS 5 no Brasil durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. O cupê esportivo vem equipado com motor V8 4.2, de 450 cv de potência e torque máximo de 40,8 mkgf, e injeção direta de combustível. Segundo a fabricante, o propulsor é econômico e faz 9,2 km/l.

Audi RS 5
Audi RS 5 tem velocidade máxima controlada
em 250 km/h (Foto: Divulgação)

O cupê de 1.725 kg acelera de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e tem velocidade máxima limitada eletronicamente em 250 km/h, mas que pode ser aumentada para 280 km/h caso seja solicitado à Audi. Na traseira, o defletor na tampa do porta-malas é acionado automaticamente a uma velocidade de 120 km/h e retrai a 80 km/h.

O modelo possui ainda o diferencial central da tração quattro e câmbio S tronic de sete marchas. O sistema conta com dupla embreagem.

No interior, o modelo traz bancos esportivos com laterais pronunciadas e apoios de cabeça integrados de série, com ajustes elétricos e revestidos numa combinação de couro e Alcantara. Como opcional, a Audi oferece bancos tipo concha e encostos dobráveis ou bancos climatizados de luxo.

Audi RS 5
Volante tem aro esportivo e é revestido em
couro perfurado (Foto: Divulgação)

O volante tem aro esportivo e é revestido em couro perfurado. Os instrumentos são de fundo preto e caracteres brancos. Quando a ignição é ligada, os ponteiros vermelhos sobem e descem rapidamente. O sistema de informações inclui cronômetro para registrar tempos de volta e medidor de temperatura de óleo.

Personalização
O interior é preto e as incrustações decorativas são feitas em fibra de carbono. Os pedais, apoios de pé e teclas de navegação têm acabamento em alumínio. Sob encomenda, é possível escolher materiais decorativos exclusivos, como aço inoxidável ou alumínio escovado, entre outros. Os estofados também podem ser escolhidos com outras cores e couro especial, além do pacote exclusivo que oferece opções como a camurça para cobertura dos controles e tapetes com logo RS 5.

Há ainda possibilidade de utilizar carbono no compartimento do motor, e para a carroceria há pacotes com acabamento em preto ou alumínio opaco. E o sistema de escapamento acusticamente esportivo –com flape de som – traz ponteiras pretas.

Audi RS 5
Segundo a Audi, consumo do modelo
é 9,2 km/l (Foto: Divulgação)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Audi apresenta novo A8



Por Fernando Garcia
/Fotografia Divulgação

A Audi apresentou hoje (23) a nova geração do sedã de luxo da Audi, o A8. O lançamento oficial será feito no dia 1º de outubro, mas a marca resolveu antecipar aos brasileiros as novidades deste modelo que deve custar R$ 535.000,00.


Entre as mudanças, está o piloto automático com regulagem de velocidade e distância do carro a frente, além de outros mimos como banco do motorista com ventilação para as costas e traseiro com sistema elétrico que reclina, semelhante ao de um jato executivo. O luxo também está na disposição de internet sem fio que permite a utilização até oito aparelhos ao mesmo tempo.

O A8 2011 será equipado com motor V8 4.2 litros e 306 cv, cujo consumo de gasolina foi reduzido em 15%, segundo informações da montadora.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Carro Automático: Um carro que dirige só

Audi está enviando uma versão robótica do seu carro esportivo TTS para navegar até o topo de Pikes Peak apenas guiados por computadores e GPS

Por Susan Kuchinskas

Car,audi, robot
NO DRIVER NECESSÁRIO: Este driverless
Audi TTS é dirigida para o topo de Pikes Peak
Colorado no próximo mês


Em setembro, um Audi TTS driverless irá acelerar ao topo de Pikes Peak Colorado em pouco menos de 100 quilômetros por hora é isso mesmo, nenhum driver.
É um passo inicial em direção a um robo carro que pode dirigir-se, talvez melhor do que você pode.

A Organização Mundial de Saúde o número de mortes deve ser a terceira principal causa de mortalidade no mundo em 2020. E os próprios condutores são responsáveis por 73 por cento destas mortes. Então, as montadoras estão olhando maneiras que poderiam tornar os carros mais seguros, tomando a condução fora de mãos humanas. carros de auto-condução pode oferecer outros benefícios: TNO, uma empresa de pesquisa internacional sediada na Holanda, diz que eles poderiam reduzir o tempo perdido para os engarrafamentos de até 50 por cento, e reduzir as emissões de CO2 eo consumo de combustível em 5 por cento.

O Pikes Peak correr é um projecto conjunto da Universidade Stanford Dynamic Design Laboratory, o Electronics Research Lab (ERL) para o Grupo Volkswagen (que é dona da Audi), ea fabricante de software Oracle Corp A estrada, em bruto parte de cascalho para o início de Pikes Peak é a rota da International Hill Climb anual rally, um auto anual e corrida de motos. A execução do TTS irá demonstrar se o carro pode ter curvas tão rápido quanto um ser humano sem driver de condução fora de um penhasco.

O Departamento de Defesa E.U. vem testando veículos autónomos, durante anos, nomeadamente através da sua novembro 2007 Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) Urban Challenge no desmantelamento George Air Force Base em Victorville, Califórnia Durante a competição, os carros driverless necessário para conseguir navegue um curso urbanlike 96 km (completo com mescla de tráfego e sinais stop) em menos de seis horas. Apenas seis das 11 equipes foram capazes de fazer isso, e um outro veículo ERL, um Volkswagen Passat chamado "Junior", ficou em segundo lugar.

"Após o Desafio Urbano, começamos a discutir o próximo grande desafio, que era autônomo dirigindo-se aos limites de velocidade", disse Burkhard Huhnke, diretor-executivo do ERL. Idealmente, o veículo irá realizar o tipo de deriva, de voltas rápidas que os motoristas de carros de corrida fazem.

O carro esportivo casas hatchback dois computadores em seu tronco, ambos usando Java da Oracle Real-Time System para executar algoritmos que manter o carro na estrada e nos limites da sua capacidade de manipulação sobre as superfícies e condições diferentes.

"É uma pista de manutenção do sistema de assistência foi desenvolvido com o apoio de drivers regular em mente, juntamente com um motorista de robótica que está continuamente a tentar empurrar o carro para os limites", afirma Chris Gerdes, diretor do Center for Automotive Research na Universidade de Stanford. A idéia é que um carro que dirige sozinho teria que ser tão bom quanto um piloto profissional de corridas de carros para pessoas normais a aceitá-la.

O carro será guiado por um sistema GPS diferencial que corrige erros provenientes de sinais de satélite de posicionamento global que viajam através da ionosfera e troposfera. É exatamente o suficiente para manter o carro dentro de 1,5 centímetro de seu curso. Uma tecnologia semelhante está em fase piloto para a implantação nacional pelo Departamento Federal de Transportes E.U. de Highway Administration, embora a equipe está usando um transmissor de rádio off-the-shelf de transmissão de dados a localização exata a ser utilizado para as correções.

O veículo autónomo
Há vários componentes em que a indústria automobilística chama de condução autónoma. Primeiro, o carro deve ser capaz de distinguir as coisas em seu ambiente, tais como estradas, edifícios, cruzamentos e outros carros. Em segundo lugar, ela precisa ser capaz de evitar colisões. Para além destes princípios, um veículo inteligente que obedecer as regras da estrada quando chegar ao destino o mais rápida e segura possível. O Pikes Peak executar irá testar a capacidade da Audi para cumprir essa meta.

Alguns destes recursos já atingiu a rua, e outros têm sido demonstrados em testes. Por exemplo, na Europa Volkswagen Passat pode estacionar-se, e aviso de colisão está disponível em modelos topo de linha da maioria dos grandes fabricantes, incluindo a Toyota, Mercedes e Volvo.

A Universidade de Oxford está trabalhando em um sistema autónomo de navegação que leva em informações provenientes de sensores a bordo, radar, câmeras, lasers e os servidores de Internet. E a GM prevê um sistema chamado Mobility Internet que se conecta carros inteligentes para si e para servidores remotos em uma, movendo-se vasta rede peer-to-peer que iria deixá-los viajar de forma eficiente e em sincronia. TV Someday, condução autónoma podem oferecer o máximo em conforto, deixando o motorista bate-papo no telefone, e-mail ou assistir a caminho do trabalho. Quanto controle você quiser virar o carro pode depender de sua idade e onde você está indo, de acordo com Marcial Hernandez, engenheiro sênior da ERL. "De férias com a família, o motorista pode querer virar e falar com os miúdos. Pessoas nos seus 30 anos pode querer dirigir para San Francisco, parada em frente ao bar, e dizer o carro para ir parque em si."

Huhnke diz, "Tomar a diversão fora da estrada não é o nosso principal objetivo, we'd como ajudar as pessoas a desfrutar da condução. Mas eles devem tomar a decisão se quer dirigir ou pressione o botão de piloto automático."

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Designer cria Audi “anfíbio”

Para água e terra, veículo elétrico é projeto futurista

via auto esporte

David Cardoso

Um Audi capaz de andar em terra e no mar e, ainda pro cima, movido à eletricidade. É o projeto idealizado pelo artista David Cardoso. O Hydron é um veículo com aparência de carro fora de estrada e que pode ser usado com um “barco” quando necessário. “Hoje, a maioria dos veículos anfíbios são transformados em veículos rodoviários. O Hydron, por outro lado, é especialmente concebido para dar uma mistura original entre a terra e as capacidades de água”, disse Cardoso.

David Cardoso

O carro “anfíbio” é movido por motores elétricos colocados nas quatro rodas. Eles giram a 90 graus para gerar propulsão sobre a água e fazer o veículo se movimentar. A performance aquática do carro também é garantida pelo pequeno interior em forma de "bolha" e pelas portas ocas.

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David Cardoso

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Audi trabalha em subcompacto aventureiro

Carsale - Compactos com apelo off-road, como o Volkswagen CrossFox, o Ford Ecosport e o Renault Sandero Stepway já fazem parte do cotidiano brasileiro. E o modismo parece ter chegado à Europa. Prova disso é que a Audi trabalha em uma versão aventureira para o subcompacto A1. Rumores preliminares davam conta de que se tratava de uma variante do modelo inspirada no allroad quattro, o crossover baseado na perua A6 e que foi produzido de 2000 a 2006. Mas o novo projeto da Audi refere-se a um utilitário esportivo pequeno a ser batizado de Q1 - seguindo o padrão dos SUV da marca, Q5 e Q7. A plataforma, porém, é a mesma PQ 25, usada no A1, no VW Polo e no Seat Ibiza.

Mas ao contrário dos aventureiros nacionais, o Q1 terá tração integral. Porém, neste caso, o sistema será baseado em conjuntos oferecidos em carros da Suzuki. Vale lembrar que a montadora japonesa que teve 19% de seu controle adquirido recentemente pelo grupo VW, que também detém a marca Audi. Tudo indica que o Q1 deva chegar ao mercado em 2013. E quando isso acontecer, o jipinho da Audi já terá à sua espera concorrentes como o Coutryman, revelado pela britânica MINI em março deste ano, durante o Salão de Genebra, na Suíça.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Audi inicia campanha para levar TT RS aos EUA

Petição no Facebook recolhe assinaturas de interessados

Por Bruno Roberti | Quatro Rodas

A Audi iniciou uma campanha no Facebook para importar o modelo TT RS, que é vendido somente na Europa, para os Estados Unidos.

Por meio de uma petição na rede social, a montadora está recolhendo assinaturas. Para medir a aceitação do público, a petição diz que o carro foi desenvolvido para as rodovias da Europa, mas que a Audi pretende levar para os EUA.

Se você quiser assinar a petição, basta conectar no Facebook e aceitar o aplicativo. A Audi não divulgou quantas assinaturas são necessárias para levar o TT RS para os EUA.